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Bares e restaurantes ao redor do mundo estão incorporando opções mais baixas ou sem álcool em seus cardápios.

Tim Philips-Johansson analisa a cultura de coquetel em mudança e pergunta: quão baixo nós iremos?

CENÁRIO DE MUDANÇAS

Imagina só, se a gente se alimentasse só pra ficarmos satisfeitos, descartando a necessidade de hábitos gastronômicos e sem expectativas de uma experiência bacana. Isso não faz o mínimo sentido, né? Então, para coquetéis é a mesma coisa. Isso quer dizer que precisamos ter opções diversas, para todos os gostos.

As pessoas têm uma variedade cada vez maior de razões para beber menos ou nada. Existem causas pessoais e profissionais, mas não há como negar que há uma mudança na maré.

Hoje as pessoas estão observando o que bebem tanto quanto o que comem. Um aumento coletivo da consciência significa que as pessoas em todo o mundo estão mais conscientes sobre o que estão consumindo. Isso está em contraste com a tendência dos anos 80 e 90 para os coquetéis de cores neon e os ingredientes dentro deles que alcançaram esse brilho.

CONSUMO

68% dos mercados globais de álcool desenvolvidos estão bebendo menos desde 2000. Essa pesquisa indicaria que as pessoas não apenas bebem menos, mas estão bebendo melhor. Uma grande vitória para bartenders profissionais em todo o mundo, pois é muito importante solidificar o consumo responsável.

Bares estão sendo obrigados a aumentar suas ofertas de coquetéis com baixo ou zero volume alcoólico, bem como melhorar as ofertas dentro dessa categoria que cada vez mais cresce.

Essa mudança da maré e a expectativa dos consumidores, em seguida, levanta a questão: qual é a melhor maneira de dedicar parte do seu bar oferecendo para diminuir o consumo de bebidas alcoólicas sem comprometer o sabor e seu objetivo?

Aqui estão algumas dicas para começar:

DESTILADO COMO UM COMPLEMENTO

O “Reverse Classic”, um coquetel clássico com destilado e vermute, invertido na especificação para realçar o vinho, foi parcialmente concebido através da nova onda de fabricantes de vermute que fazem parte do movimento “Low ABV”, que nada mais é do que coquetéis com baixo volume alcoólico.

Que melhor maneira de apresentar um novo vermute do que reverter as especificações de um Martini ou Manhattan e "complementar" o seu coquetel com um destilado. Isso não apenas amplifica as qualidades do vinho, mas também reduz o ABV em um estilo de bebida tradicionalmente “forte”. Vantajoso para as duas partes.

HALF DRINKS

Seus clientes ainda não querem desistir de um Negroni refrescante e forte bem feito? A gente sabe disso.

Nesse caso, sua melhor opção é oferecer um coquetel, mantendo o nível de álcool baixo. Locais como Dante (Nova York) e Maybe Sammy (Sydney), que oferecem aos clientes uma variedade de coquetéis “pequenos”. Qual a melhor maneira de não apenas manter a ABV da bebida baixa, mas permitir que um convidado experimente mais de suas criações?

Cada bar é construído baseado no público alvo e os cuidados necessários com seus clientes, bem como novos convidados. O trabalho de um bartender inclui o dever de cuidar de todos os clientes para garantir que sua experiência seja sempre boa, não apenas para proporcionar uma experiência de hospitalidade, mas memorável na manhã seguinte.

Mantendo os clients hidratados e cuidando deles para o consume responsável, ao mesmo tempo, é uma maneira de manter os clientes e manter seu bar cheio.

COQUETÉIS PROMISSORES

Aqui no Brasil, não temos coquetéis famosos com baixo teor alcoólico, porém não podemos ficar de for a dessa tendência. Uma dica para isso, é reduzir a quantidade de destilado da sua receita. Alguns exemplos são:

BLOODY MARY

RECEITA

MÉTODO DE PREPARO

15GR de álcool

TANQUERAY TONIC

RECEITA

MÉTODO DE PREPARO

18,92GR de álcool


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