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O Gin cresceu e se tornou realidade no país. Isso é um fato, e com isso a Vodka até então “queridinha” do mercado teve seu espaço ocupado. Será?

Se engana quem acha que a Vodka está em declínio, e esse mês teremos um especial de VODKAS para mostrar o que esta categoria ainda pode oferecer.


NOVOS COQUETÉIS COM VODKA?

Que tal um coquetel com Vodka? Um clássico?

O que você sabe sobre as principais receitas de Vodka reproduzidas nos bares por todo o país?

Conversamos com nosso Head Trainer, André Bueno, e trouxemos alguns relatos do que ele têm vivido em suas viagens pelo Brasil, e visto em termos de coquetelaria com a Vodka como protagonista.

Aproveite as dicas dadas e pense em todas as possibilidades que as Vodkas ainda podem oferecer.


A VODKA PELO PAÍS

Não tem como mentir, curto muito falar sobre Vodka! É um destilado que, por mais usado que seja, ainda tem possibilidades de inovar.
E além de algumas curiosidades já começo sugerindo uma boa leitura sobre o tema Vodka:

O rei da Vodka

A saga da família Smirnov e a construção de um império.

Sem dar “spoilers” pra quem curte leitura, mas, se vamos falar de Vodkas é praticamente impossível não citar Smirnoff, e neste livro dá para entender um pouco mais sobre como Smirnoff se tornou o fenômeno mundial que hoje todos conhecem.

Ainda falando de leituras, aqui vai mais uma, essa bem mais direta para bartenders. Quer compreender mais sobre Vodkas, leia Vodka Distilled de Tony Abou Ganim.

Mas, vamos falar de coquetéis com Vodka, quando você pensa em coquetéis com Vodka quais receitas vêm em mente?
Moscow Mule? Sex on the Beach? Caipiroska? Vodka Martini? Cosmopolitan? Bloody Mary?
Com o programa Diageo Bar Academy tenho viajado por todo o Brasil e visitado bares, e posso assegurar que esses são alguns dos coquetéis mais comumente encontrados. Claro que em versões especiais e adaptações das mais criativas.

O Moscow Mule por exemplo, têm muita história, especialmente com a Vodka Smirnoff e hoje não vamos nos aprofundar nesta receita. O interessante é que no Brasil, em todos os bares, a versão com espuma de gengibre, criada pelo Bartender Marcelo Serrano se tornou mais conhecida do que a original.

(Promessa! Em breve um vídeo ensinando uma versão simples e prática de Espuma de Gengibre!)

E o Sex on the Beach? Esse aparece na lista de coquetéis contemporâneos da IBA em uma versão um pouco diferente da mais comum em nosso país.
Na I.B.A temos Vodka, Schnapps de pêssego e os sucos de laranja e Cranberry.
Por aqui a versão com Vodka, licor de pêssego, suco de laranja e Grenadine ou groselha é disparada a mais comum.

E o que dizer da Caipiroska? Ou Caipivodka como dizem no Rio de Janeiro!
Apesar de eu adorar uma boa Caipirinha, reconheço e tenho que concordar que a Caipiroska possui muitos adeptos e ajudou muito na popularização da Vodka por aqui.

E que tal um Vodka Martini? Até os mais apaixonados por Gin reconhecem que um Vodka Martini com uma Vodka como Ketel One, por exemplo, fica super agradável.
Já provou um Vodka “Dirty” Martini?

Conhece o Cosmopolitan? Sex in the city, O Diabo veste Prada, Madonna e muito mais.
Este que já foi tido como um “neo” Martini hoje é um clássico inquestionável e sua fama é tão grande que mesmo Cranberry não sendo a coisa mais comum em nosso país vemos esse coquetel com bastante frequência.

Por fim temos o Bloody Mary. Quem aprecia coquetéis “salgados” sabe o valor de um Bloody Mary, rico em história e claro, cheio de personalidade de acordo com o tempero feito por cada bartender.

Conseguiu ver o quanto a Vodka pode ser versátil? Além dos clássicos, o que a Vodka ainda pode nos oferecer?

A Diageo criou o Smirnoff Tônica, um coquetel refrescante que acompanha a “onda” da Tônica e um pouco do que chamo de “herança” do G&T na utilização de insumos simples e cotidianos.

Eu acredito que releituras e “twists” de clássicos ajudam muito na comercialização de coquetéis para os bares, assim como creio que uma coquetelaria mais simples e acessível possam alavancar não só o consumo de coquetéis que vêm a cada dia mais crescendo, mas também tornar a coquetelaria algo para todas as horas.


JÁ IMAGINOU AS POSSIBILIDADES DE COQUETÉIS COM MENOR GRADUAÇÃO ALCOÓLICA?

Que tal um Bloody Mary com 30 mL de Vodka ao invés dos tradicionais 50 mL que sempre vemos? Isso criado e utilizado especialmente para o horário de almoço em um restaurante com pouca venda de coquetéis. Maior rentabilidade, menos álcool, por que não?

E um coquetel coletivo? Jarras como as das já conhecidas Sangrias podem ser rentáveis também e assim teremos muito mais do que os “combos” de Vodka com mixers que ainda dominam o mercado levando muito mais sabor e possibilidades de experiências para nossos consumidores.
As possibilidades para a Vodka são enormes e a popularidade deste destilado segue inquestionável.


Quer bater um papo sobre o que tenho encontrado nos bares por cada Estado que temos passado? Vamos trocar uma ideia! Me encontre no Instagram como @andrebuenobartender e não perca as postagens feitas no Facebook e Instagram!