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A HISTÓRIA POR TRÁS DE UM COQUETEL WORLD CLASS

A HISTÓRIA POR TRÁS DE UM COQUETEL WORLD CLASS

Desde que foi coroada como a melhor bartender do mundo na Cidade do México no ano passado, Kaitlyn Stewart, vencedora do World Class 2017, nos conta sobre seu produtivo ano viajando o mundo e visitando alguns dos melhores bares. Ela também nos revela algumas receitas que essa trajetória a inspirou a criar.

Meu período como World Class Bartender do Ano

Desde que venci o World Class 2017, estou vivendo a aventura mais maluca da minha vida. Só nos últimos três meses viajei para 11 países e vi muitas coisas novas, conheci muitas pessoas, que vão deixar muitas lembranças. Tentar equilibrar um trabalho de período integral em Vancouver e viajar pelo mundo é um desafio, mas tem valido a pena.

Quando entrei para o World Class, não podia imaginar o tipo de jornada que isso ia me levar. Desde a competição regional, passando pela nacional e depois pela mundial, foi tudo um turbilhão que me fez lembrar porque eu quis ser bartender em primeiro lugar. Mas nunca pensei que passaria um ano viajando, conhecendo alguns dos melhores bares do mundo e as pessoas fantásticas que os gerenciam.

O que eu mais gostei

Ter tido a oportunidade de conhecer tantas pessoas maravilhosas e de trabalhar em tantos lugares fascinantes foi o ponto alto do meu ano até agora. Ter visitado países como Rússia e Taiwan, onde não falo nada da língua mas dividimos a mesma paixão pelo bartending, abriu muito os meus olhos para a universalidade dessa carreira. O bar El Copitas em São Petersburgo me impressionou. A qualidade do atendimento, a atmosfera fantástica e a atenção que eles têm a detalhes é algo admirável. Essa indústria acolhe pessoas com tantas histórias e perspectivas diferentes, mas a paixão por hospitalidade e por oferecer boas experiências nos une. Viajar com o World Class apenas confirmou meu desejo de me empenhar cada vez mais nessa profissão e aprimorar minhas técnicas e conhecimentos.

Próximos Passos

Agora que estou chegando ao fim desse ano inesquecível como vencedora do World Class 2017, adoro o fato de poder voltar para casa em Vancouver e ficar atrás do meu balcão contando minhas histórias para clientes e amigos. Estou muito ansiosa para continuar essa jornada insana com minha família do World Class, e também contar histórias para os vencedores da edição desse ano.

Se você se interessa em entrar no World Class, faça isso. Você nunca se sentirá preparado o bastante, nem terá tempo suficiente. Mas o que talvez te falte em experiência, o aprendizado que você vai ter com as pessoas que vai conhecer compensa.

Receitas inspiradas pelo meu ano incrível

Neste último ano eu tive a oportunidade de conhecer muitas culturas diferentes e de observar novas formas de se trabalhar nesse mercado, então sem dúvida eu volto para casa cheia de ideias e animada para testar novidades em meu bar.

Desde o uso de saquê em coquetéis até meu toque pessoal em um Gin Tônica, confira algumas de minhas receitas abaixo. Elas foram inspiradas pelo ano que tive como World Class Bartender.

Johnny Be Good

Com esse coquetel, eu quis criar um clássico moderno. Depois de ganhar meu título, eu tive muita sorte por poder passar um tempo na Ásia, e isso me inspirou a usar saquê de formas não tradicionais. A doçura de um saquê de ameixas japonesas combina muito bem com o suave sabor defumado do Johnnie Walker Black Label.

Graduação alcoólica: 30%

PREPARO

The Love Below

Com essa receita, eu quis criar um coquetel do tipo aperitivo. Quando estive em Madrid, parecia que todos lá gostavam de beber spritz ou o coquetel Americano. Com isso me mente, eu quis misturar sabores amargos com o forte doce do Zacapa 23, e reforçar tudo com bolhas (prosecco). Esse é um ótimo coquetel para oferecer aos seus clientes no fim de tarde, antes do jantar.

Graduação alcoólica: 22%

PREPARO

Gins & Roses

Durante meu período como World Class Bartender do Ano, eu pude ver de perto como a febre do Gin Tônica tomou conta de (quase) todo o mundo. Esse coquetel é meu toque pessoal para essa cena. Um Gin Tônica espumante, bem puxado no zimbro, alcaçuz e nos cítricos do Tanqueray nº 10.

Graduação alcoólica: 26%

PREPARO


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